21 setembro 2005

Começou!

Começar é assim: dói. Lembra do seu primeiro começo, láaaa no comecinho mesmo, quando x encontrou com y. Não lembra, né? Mas doeu. Doeu quando a primeira célula se dividiu. E depois, quando você estreou no mundo, lembra? Não também? Que falta de memória. Eu te digo que doeu respirar e você até chorou.

O primeiro dia de aula doeu. Assim como doeram todos os primeiros dias, todas as primeiras vezes, todos os primeiros tombos. O primeiro parto sempre dói mais que os outros, o primeiro adeus sempre derruba mais lágrimas, o primeiro emprego é o pior.

Começar é mesmo assim. Dói, dá medo, assusta. Mas ele me convidou pra começarmos algo juntos e a resposta, mais uma vez, foi sim.

(alouuu...testando, tem alguém aí? Isso é praticamente uma notícia em formato de post, quem ler nas entrelinhas entende. E tem a ver tb com o começo deste blog: fazer o primeiro post é como entrar numa sala de aula nova, com um monte de rostinhos desconhecidos e pensar: quem daí vai ser meu amigo? Será que eu to fazendo direito? Será que pode usar parênteses igual eu uso no pescarias? Boa sorte pra gente!)

4 Comments:

Blogger Ana Paula said...

Thata, parêntese? e qual é a mulher que não vive abrindo um? vai lá, guria, vai fundo!

8:00 AM  
Blogger Lys said...

Boa sorte, Thata! Uma das coisas de que eu mais gosto em mim é uma capacidade de ficar feliz pelos outros. Fico mesmo, acho incrível.

Quanto a primeiras vezes, tô aqui pensando num post para começar aqui que não seja óbvio demais. Ai, dores neuronais! :)

8:05 AM  
Blogger Thata said...

(pra começar não é a Thaís, é a Mirella, amiga dela, mas como eu queria muito escrever isso aqui e a configuração - boba! - não me deixou, a Tha me permitiu um tequinho do espaço dela)

amiga...
ontem recebi um texto da minha sogrinha que cabe perfeitamente na ocasião... obviamente não vou colocá-lo aqui na íntegra já que isso aqui é apenas um "comentário" (rs vc me conhece, é mto difícil eu conseguir ser resumida)
Mas o texto falava sobre as pipocas. Pipocas que suportam o calor do fogo da panela e ficam lá, dentro de suas casquinhas duras achando que esse é o fim, quando de repente: POP! elas se transformam em uma coisa diferente, que nem elas mesmas achavam que seriam capazes.
O fogo é a dor, o medo, a ansiedade... se a gente se recusar a passar por ele ficaremos como as piruás (aquelas que ficam mais duras ainda depois do fogo, e se recusam a estourar) e continuaremos do mesmo jeito pelo resto da vida.
Toda transformação traz o fogo... que é a oportunidade que temos de virar pipoca!
Muitas mudanças à vista né Tha... espero que a gente continue sendo amigas-pipocas alegres e saltitantes viu!
bjos (desculpe pela falta de síntese rs)

9:05 AM  
Blogger Thata said...

Anuska, parênteses são uma mania, assim como colocar PS nas coisas...eh normal? devo me internar?

Lys, se apresenta, minha filha!!

Micola, já respondi no msn...pessoa mais amada...

9:30 AM  

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