23 setembro 2005

vou falar uma coisa feia, fechem os ouvidos

Eu sou uma pessoa cheia de preconceitos. Sou sim. De alguns eu tenho vergonha, nem vou falar deles. Mas tem alguns que eu posso, e até quero, revelar.

Por exemplo: eu acho que Pit Bull não é cachorro, é outro tipo de bicho. Pra ser mais específica, pra mim Pit Bull é algum tipo de fera, uma máquina de morte. Por mim, a campanha pelo desarmamento deveria incluir pit bulls. Deviam haver campanhas do tipo troque seu pitt Bull por um livro, não dê pitt bulls de brinquedo para as crianças, essas coisas. Por mim, a raça devia ser extinta.

Então você vai vir me falar que “aaah, mas não é culpa do cãozinho, coitaaaaado...”. Não, não é mesmo. Pitt bulls não matam pessoas, pessoas matam pessoas. Nas mãos das pessoas erradas, um cão pode ser muito perigoso.

Pudlles são outro exemplo. Histéricos, agudos, descontrolados. Pudlles são um perigo para a humanidade, verdadeiras bombas de efeito moral cheias de pêlos. Não é culpa dos bichinhos, coitados, até existem pudlles que agem como cachorros normais. O problema é que esta é a raça mais propensa a ser criada como filho por solteironas problemáticas. E aí a coisa foge de controle. E aí o bicho te morde, arranca um pedaço e todo mundo tem pena...dele! Por mim a raça deveria ser extinta.

Pitt bulls, pudlles e pinchers são raças inferiores de cachorro, não merecem viver. É isso, minha gente. Sou um verdadeiro Hitler canino. Me odeiem.

(tudo isso pra contar que anteontem fui expulsa da casa em que mora minha melhor amiga porque o cachorro histérico da madrasta dela teve uma síncope, avançou em mim, me mordeu e não parou de latir enquanto não fui embora. Odeio ele e quero que todos seus pêlos fedidos e seus dentes podres caiam. Maldito.)
as hipóteses de trabalho se amontoam, e os conceitos estão me soterrando, e uma página com o título "introdução" e algumas poucas linhas iniciadas se jogam na minha frente feito insetos na estrada, e eu, com essa minha cabeça cheia de coisas pra fazer / chorar/ me descabelar / ai, jesus, me dá mais 5 horas de dia, e tudo que consigo pensar é em esquentar a comida e comer desesperadamente, sem controle, porque sou uma criança de 5 anos com muita fome.

É irônico que eu, que detesto atrasos, já chegue atrasada para as apresentações, mas...

Olá, meu nome não é Lys.

Como?

É assim: minha mãe me deu um nome que eu acho bem bonito e que, segundo dizem, significa "forte", "vigorosa". E eu sou forte mesmo, mas não de todo. Será que a gente pode ser forte e medrosa? Parece incoerência, mas eu tenho medo de tudo: de ladrão, de sapo, de andar na montanha-russa e até de ser eu mesma, por isso, quando sou 100% autêntica (o que só acontece quando escrevo), assino Lys, para que ninguém que me olha nos olhos descubra minhas fraquezas e pecadinhos mortais.

Formada em Letras, lecionei Inglês por pouco mais de um ano até descobrir que era mais divertido quando eu dava aulas para as minhas bonecas, aos oito anos. Sou apaixonada por idiomas, principalmente o nosso. Saio por aí fazendo cursos e brincando de ser poliglota, o que é uma mentira deslavada. Dominar pelos chifres, só o Inglês mesmo, o resto é enganação.

Ariana atípica, talvez pelo ascendente em Libra (eu não entendo nada de horóscopo), não sigo meus impulsos; vou pensando, contendo, pesando, medindo conseqüências até ser tarde demais para tirar qualquer proveito de uma novidade. Não arrisco nada, e todo mundo sabe que quem não arrisca não petisca. Mas aí tem o outro lado: ariana contida chega uma hora em que rompe o dique, e aí é um salve-se quem puder; a fúria supera Katrinas e Ritas.

Aos trinta e quatro anos, inventei de fazer Psicologia, e hoje, quatro semestres depois, ainda não me arrependi. O curso ajuda a manter minhas sinapses ativas, missão impossível no meu trabalho de secretina do presidente de uma grande empresa, onde o ócio me possibilita ficar a maior parte do tempo na Santa Internet, salvadora dos bem pagos para não fazerem nada.

Amo palavras, árvores e bichos. Odeio deslealdade, desrespeito e falta de gentileza. Dirigir, para mim, é terapia. Sexta passada, vendo o Globo Repórter, quis ser como a senhora chinesa de vestido colorido que apareceu dançando numa praça como se isso fosse banal, mas eu sou tímida e não posso. Sou mais feliz de jeans, camiseta e tênis, mas, por causa do trabalho, tenho que andar por aí vestida de mulherzinha refinada. Não sei usar delineador, mas acho lindo. Não sei tocar piano, mas queria.

No mais, estou muito contente de poder estar aqui trocando figurinhas com D. Aninha Penkala, Ione e Thata, que eu já conheço e adouro, e de Léli, Carole, Angélica e Sada Abe, que quero juntar ao grupo de pessoas bacanas que encontrei no ciberespaço.

Muito prazer.

22 setembro 2005

Legendinha não-mínima da foto que eu coloquei aqui, que levou uma multidão às lágrimas, todas as pessoas juntas agora chorando: buá-á-á

Descobri que eu não sei tomar decisões. Eu sempre soube tomar decisões, quer dizer, eu achava que. Tipo as pessoas nos antigamentes vivendo faceiras e sorridentes em suas tribos e com tantos questionamentos a respeito da vida, da natureza, das coisas, mas principalmente sobre a natureza e como as paradas naturais acontecem e encontrando sensacionais respostas pra tudo.

(As questãs que agoniavam as pessoas nas tribos:
  1. que machadinha é melhor pra matar um bicho pra gente comer?: a mais afiada e pontiaguda, eu diria, beibe; ou
  2. se eu usar essa treca aqui, será que serve melhor que comer com a mão fazendo concha?: pourra! e não é que é massa usar essa treca a que darei o nome de colher?; ou
  3. por que cazzo é que cai água lá de cima, caraia?: só pode ser o deus da chuva, caras. E vamo todo mundo ajoelhando agora pra chover mais e o milhinho crescer e a gente ter comida (ai, dúvidas: será que nesse tempo desses questionamentos já tinha milhinho sendo domesticado que bem bicho? - ah, pourra, vai catar milhinho, não é pra ser uma aula de história barra antropologia barra qualquer assunto inteligente. I'm just making conversation.)
Enfim. Eu já tomei decisões drásticas na vida. Eu podia botar um linquizinho aqui pra um outro blog que era uma vez eu tinha, mas nem. Preguiiiiiiiça de guglar. Não quero. Era uma vez uma mulher bêbada, uma vizinha anônima, numa festa de um amigo por quem eu tinha uma certa afeição mais que fraterna (ouquei, já vou dizendo que não rolou um amor - chora). Não era bem uma festa porque tava chata que nem te conto, as pessoas todas batendo muitos papos cabeças sobre as poesias, as rimas, o sentimêinto (sotaque de paulistano(a)), a emoçÃO (com maiúsculas para fins de efeito) e eu na sacadinha fumando um mauboro e tomando uma porque eu nem tava a fim. Aí a mulher contou da vida dela toda, enquanto todas as pessoas me olhavam com olhinhos de ódio, daqueles olhares que fazem a gente espremer os olhos. E a história da mulher era assim: [insira aqui toda a lenga lenga que sua imaginação pedir, um papo bem mulher de 40, divorciada, minha vida está acabada, eu faço teatro pra fingir que tenho outra vida e só faço pegar e levar filhos em e a lugares, inclusive meu filho mais novo tá dormindo sozinho no apartamento ao lado e eu tô muito LOUCA] e eu visualizei, nitidamente, um grande L na testa daquela mulher. Tipo assim:


(mas sem a carinha de oncinha, tá?) Pra ela ser mais L, só se eu tentasse visualizá-la sem roupa, com pelancas, estrias e celulites e todo um pacote dessas coisas que nós, mulheres fúteis, tememos. Aí eu não quis ser aquela mulher no futuro e resolvi largar de ser advogada. E fui feliz. The end. Tá me acompanhando?

Aí. Aí que eu enfrento questãs muito importantes na vida nesse momento. Daquele tipo-assim (adouro 'tipo assim'):

Se você vislumbra a oportunidade de ser feliz, mas isso implica largar sua vida relativamente feliz e sua também relativa estabilidade, então você (marque com um xizinho a opção desejada):
( ) fala "Que se foda, vou me jogar", mesmo com muito medo e partes da sua anatomia (que não os olhos) piscando aceleradamente; ou

( ) resolve que é cagona e não vai tentar ser feliz e vai virar a mulher daquele filme do Clint Eastowood em que ela ãma o personagem de Clint e ele também ãma a mulherzinha, mas ela não tem coragem e vive a vida e quando resolve correr atrás o homem morreu e agora, filha, já era, tarde demais, o primeiro amor passou, o segundo amor passou, o terceiro amor passou, você não lembra mais do resto do poema do Drummond, mas sabe que nesse caso não tem a parte otimista.
Pois é. Agora chega a parte da legendinha não-mínima da foto que eu coloquei aqui, que levou uma multidão às lágrimas, todas as pessoas juntas agora chorando: buá-á-á. Num certo momento dessa manhã dessa quinta-feira, eu resolvi marcar um xizinho na segunda opçã. Aí eu saí pra rua chorando, pra comprar cigarros e me acabar de fumar, não sei antes tirar uma fota de minha pessoa se debulhando em lágrimas muitas e mandar pra outra parte envolvida.

Depois de minutos barra muitos minutos barra mais minutos quase horas, convenci-me de que não deveria adotar em minha vida a postura da mulher em cuja testa visualizei um L na festa do apartamento de meu amigo por quem nutria um sentimento outro que não somente uma bonita amizade e mudei de idéia. Aí passou.

E, pourra, eu queria tanto ter escrito isso no outro blog, o meu próprio. Mas por algum estranho motivo eu me inspiro mais aqui.

Coincidentemente, tirei essa foto hoje


Mas já passou, viu?

Quer saber? O que te der vontade!

Sabe, essa música nem é das que me fazem chorar pra fora. Ela me faz chorar pra dentro, com aquela certezinha que amanhã há de ser melhor. Sabe como é?
Mas, claro, existem muitas que me fazem chorar pra fora e eu sou um ser muito copiosamente chorão, choro tanto quanto falo e escrevo, perco o ar, empapo as camisetas, soluço, tenho que assoar o nariz que fica vermelho feito um morango.
E, nos três últimos meses da minha querida vidinha, em particular, chorei muito, por motivos que não vem ao caso agora. Chorei em trens, metrôs, ônibus, campi universitários, bares, restaurantes e, claro, muito principalmente em rodoviárias e aeroportos. Enfim.
E dentro dessa lagrimação toda, quando de dentro do meu mundo líquido ficava olhando as criaturas lá fora me olhando com as mais diversas reações, comecei a ficar pensandinho: "Por que não? Por que teria eu que chorar trancada em casa? Ou correr até o banheiro? E por que tenho que ter um motivo muito lógico?"
Não, flor, não precisa ser TPM. Chorando numa quinta porque a música deu vontade. E era isso. Se der vontade de correr pro colo da sua mãe, corra. Aproveite que tem! (Mãe, eu tenho, o que não tenho é colo.) Quer se internar? Só se for porque te deu vontade. Se não, simplesmente diga "tisc, tisc, tisc" pros pobres que não sabem se emocionar com Cartola...

Chorar sim!

Essa música também me causa este tipo de comportamento. Sei lá, talvez seja justamente o negócio de "rir para não chorar" e como sou teimosa faço justo o contrário, choro ao invés de rir. Chamar a mãe também é legal, chorar no colo, ganhar um abraço e sentir-se segura, bem segura.
Fiquei pensativa agora, estou com minha mãe e bem perto da minha família, mas não tô empregada e antes, estava empregada e... sentia uma falta enorme das pessoas que estão pertinho, será que não vou conseguir consiliar os dois? Vou ficar por aqui senão vou acabar chorando pra não chorar

rir pra não chorar

ai, que tristeza, que cousa mais triste, rapá! não aguento ouvir essa música, e, cristus, eu tenho que ouvir a danada toda hora. ai, um chorinho no cantinho. eu sou uma coisa mesmo. tem música que me induz a um processo de enlagrimamento profundo. profundo mesmo. uma coisa que chega a doer, sabe? e eu consultei meu livro ponto aqui e constatei que não é tpm, sabe? eu, chorando, por causa da mardita música, numa quinta feira. ai. aí o Cartola senta do teu lado e diz assim: "Deixe-me ir / preciso andar / vou por aí a procurar / rir pra não chorar
quero assistir o sol nascer/ ver as águas dos rios correr / ouvir o passaros cantar
eu quero nascer / quero viver..."
agora só marca com um xizinho aí, se é caso pra internar ou se é só chamar a minha mãe.

21 setembro 2005

Começou!

Começar é assim: dói. Lembra do seu primeiro começo, láaaa no comecinho mesmo, quando x encontrou com y. Não lembra, né? Mas doeu. Doeu quando a primeira célula se dividiu. E depois, quando você estreou no mundo, lembra? Não também? Que falta de memória. Eu te digo que doeu respirar e você até chorou.

O primeiro dia de aula doeu. Assim como doeram todos os primeiros dias, todas as primeiras vezes, todos os primeiros tombos. O primeiro parto sempre dói mais que os outros, o primeiro adeus sempre derruba mais lágrimas, o primeiro emprego é o pior.

Começar é mesmo assim. Dói, dá medo, assusta. Mas ele me convidou pra começarmos algo juntos e a resposta, mais uma vez, foi sim.

(alouuu...testando, tem alguém aí? Isso é praticamente uma notícia em formato de post, quem ler nas entrelinhas entende. E tem a ver tb com o começo deste blog: fazer o primeiro post é como entrar numa sala de aula nova, com um monte de rostinhos desconhecidos e pensar: quem daí vai ser meu amigo? Será que eu to fazendo direito? Será que pode usar parênteses igual eu uso no pescarias? Boa sorte pra gente!)

19 setembro 2005

Afe, que parto

Difícil, não? De eu conseguir escrever aqui. Vou começar do começo. Era uma vez, o mundo. O mundo é assim. A vida é injusta (ou não) e você acha que é muito esperto mas na verdade nem é. Sempre tem alguém que é mais que você. Que descobre que você trapaceeou. E, assim... eu estava muito errada e fiz coisas feias, mas no fundo fiquei me sentindo pior por ter sido descoberta que por ter feito coisas feias. Aí, que eu sou a mocinha da minha história. Então eu sinto pena de mim. E como você tem que me querer bem, você tem que torcer por mim! Torcer pra que ninguém me descubra (mesmo que isso já tenha acontecido). E agora que eu já fui descoberta, você tem que dizer que a vida é uma porcaria. E se você não disser, você não terá sido leal e eu estarei no mundo sem amigos, sem coberta, no tapete atras da porta, suspirei baixinho.

De modo que. Eu sou a Ione, eu tenho 28 anos, eu não tenho vergonha na cara o tempo inteiro e eu pensava que sabia trapacear, mas não sei. Ainda assim, sendo essa pessoa do mal, eu espero o amor e compreensão dos meus queridos. Não sei onde aprendi a fazer essas coisas erradas, pode ser mulherzice congênita ou pode ser porque eu assistia a muita TV quando criança. Na verdade, eu sou assim porque sofri muitas torturas dos meus irmãos: eles me penduravam de ponta cabeça na janela do segundo andar, falavam que eu não era gente e brincavam de me afogar no mar quando eu ainda usava bóias. É isso. É tudo culpa dos meus irmãos. Ó procês, ó: :P (eu queria saber falar mais palavrões em blogs).

Bom, eu sei ler e escrever (com letra cursiva muito caprichada) e quando eu escrevo no quadro branco, minhas frases sempre sobem. Dizem que é bom sinal. Eu corto os tês da esquerda pra direita - uau, que sucesso me espera! Eu tenho minhas paredes forradas de livros, mas a metade é de Direito e eu nem gosto mais. Só pra responder a alguma ou outra questã que algum amigo me pede. Eu tenho uma cachorra e ela é linda e se chama Cuca (por causa do Miguilim), mas o pai dela foi comprar revistinha e não voltou mais. Eu disse pra ela que ele viajou e não tem mais dinheiro pra voltar, pra ela não ficar muito magoada. Eu quero um padastro pra ela, mas é muito difícil, porque além de ela falar língua de cã, ela vai ter que aprender inglês. Eu tenho um piano de mais de 70 anos. Ele se chama W-alguma coisa - eu não sei porque não falo alemão. E chega que eu tô cansada agora. E tô com peso na consciência que você nem sabe.


prolixa

sim, eu fui lá e editei meu post, porque me achei muito resumida. arianos gostam de aparecer, que que eu vou fazer?

Falo e escrevo pelos cotovelos

Humm! Esse negócio de apresentações é sempre um pouquinho complicado, sim porque ficamos pensando no que o outro gostaria de saber sobre a gente, se é o nosso gosto especial por comidas salgadas misturadas com um pouco de alguma cois doce ou se é nossos ataques de riso e choro num momento louco. Então, como querem que eu me apresente e não me disseram o que querem saber lá vai. Meu nome é Danieli Bispo Guadalupe, mas podem me chamar de Léli - que é um apelido de família e a maneira como meus amigos mais próximos me chamam. Nasci sob o signo de virgem num domingo de setembro de 1977. Sou ascendente em virgem o que me torna muito pé no chão e muito chata, mas também com muitos talentos para o artesanato e as costuras, para a culinária. Tenho lua em touro - muuuu! - mais pé no chão. Sou jornalista, mas estou interessada em fazer outro curso de graduação, sim, algo como ciência política ou sociologia, mas confesso que não tenho a menor idéia de fazer vestibular, vou tentar algo diferente, sei lá portador de título superior, se não der vou ter que ir de vestibular mesmo.
Atualmente estou desempregada e fazendo bijuterias para vender, além de estar no escritório do meu pai fazendo alguns trabalhos para ele. Sou muito apaixonada e dedicada ao que faço, amo plantas, animais e crianças, tenho muitos sobrinhos, inclusive adotivos que estão pelo Rio Grande do Sul a fora. Que mais? Sou filha da Rita e do Antônio, moro em Pelotas, adoro as coisas da cultura do meu estado. Curso alemão, embora tenha parado este semestre por falta de grana, adoro espanhol e não vou com a cara do inglês.
Adoro livros, cinema e, sim, assisto novelas, mas odeio as da Glória Peres e do Manuel Carlos, salvo algumas personagens. Sou amiga da Ana e conheço a Thata do blog dela e de vez enquando ela passa lá no meu. Adorei conhecer a Sada. Um beijo e até mais

ahn...ooooi

Então a Ana resolveu juntar a turminha num blog só! Maravilha! Eu já falei que a Ana e o Cinematographo reunem gente muito boa ao seu redor. ;)

Bom, meninas, eu sou a Thata. Lá do interior de São Paulo, de onde eu venho, quando a gente conhece alguém pergunta de que família a pessoa é ou então quem apresenta já vai logo falando "Ah, essa é fulana, filha de sicrana...". Então lá eu era a Thaís, filha da Mila e do Eric. Aqui em Sampa, as pessoas não conhecem as famílias umas das outras, então é comum perguntar "e vc trabalha com o que?", como se a profissão definisse alguém. Bom, eu sou publicitária, uma das profissões mais malditas, ao lado dos adevogados. Mais especificamente, trabalho com redação. Não tenho vergonha não. Eu podia tá roubando, eu podia tá matando, eu to só convencendo as pessoas a comprar alguma coisa.

Resumindo, eu sou a Thata, filha da Mila e do Éric, que estão muito longe, assim como um dos dois irmãos, os cães, o namorado e os amigos queridos. Sendo assim, meu sobrenome é saudade. Vim pra São Paulo em busca de um monte de coisas, algumas encontrei, por outras estou lutando ainda, mas, o mais inesperado, achei dentro de mim o amor pela cidade, pela carreira e muitos, muitos amigos, que são minha família por aqui.

Por hora acho que é isso. Adorei a idéia, vamos ver pra que lado vamos daqui pra frente. Aninha, nos guie!!