15 janeiro 2008

Se ele aparecesse

Eu sei que faz tempo que não vem ninguém por aqui. As gurias estão ocupadas, cada uma numa parte do país, e a Ione, noutra parte do planeta. Sempre que posso visito os blogs, comento e sempre me delicio com o peculiar jeito através do qual cada uma vê o mundo.
Tinha perdido um pouco a vontade de vir por aqui, até que vi um comentário da Bruna no meu último post, já bem antigo, e ela dizia pra eu levar água ou uma bóia, para o caso do beduíno ou do salva vidas ser o homem da minha vida. Sabe que isso não saiu da minha cabeça a tarde todo porque fiquei pensando, será que eu o reconheceria?
Porque achar o homem da tua vida não deve ser como estar apaixonada pelo Antonio Banderas e um dia viajar pra Miami e dar de cara com aquele lindo passando de carro. Encontrar um amor... por mais que se evite buscas implica no estar aberto, mais do que tudo. E como é estar aberto para o amor sem procurar por ele? Eu sei, mulheres!!!, pensarão os homens. Mas eu reconheço que já tive amor, que tenho amores, neste exato momento me falta um tipo específico, mas tenho amor na minha vida. E este tipo específico que me falta eu também já tive, aos pouquinhos, aos pedaços, mas tive. Tá certo que a maioria das mulheres talvez deseje um amor pra toda a vida, daqueles em que se fica velhinho ao lado daquele homem com quem se teve filhos e netos, no entanto o fato de não tê-lo tido ainda não quer dizer que não terá.
Quanto devaneio!!!! É isso que dá, a Bruna veio despertar uma possibilidade e dá força pro romantismo acontece isso.
A verdade é que tenho sentido falta de um amor, de um companheiro para partilhar sonhos e ideais. Não que me sinta sozinha, sinto falta desta coisa específica, sinto falta de namorar mesmo. Mas também aprendi que todo este tempo que tenho tido sem ter algumas coisas as quais achava que eram necessárias pra minha vida está só reforçando a tese de que: "tudo tem seu tempo", mesmo que, a meu ver, este tempo esteja demorando tanto. Vou esperar. Ah! E já preparei meu cantil.